Super Junior: Islands, by Prissiton


Islands

ISLANDS
por Prissiton

"Ela teve que se perder, para enfim se apaixonar e ter o que achava impossível, uma família!."
Gênero: Drama / Romance
Dimensão: Oneshot
Classificação: PG-15
Aviso: POV / Songfic. 

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# Capítulo 1 # Capítulo 2 #

 

Capítulo 1

 

Após ouvir uma história inacreditável de uma amiga, fui obrigada a torna-la pública, por suas peculiaridades e seu encanto. O nome da aventureira é , não tinha família, foi criada em um lar para órfãos e assim que fez maior idade, tomou as rédeas de sua vida. Batalhou muito para conquistar o seu lugar no mundo dos negócios, que até então era seu único objetivo. Trabalhava a dois anos e meio em uma empresa de alimentos congelados, muito conceituada e respeitada por sua qualidade e o sabor incomparável de seus produtos. A princípio começou como operária na área de higiene de produtos e ao longo deste tempo foi se destacando e se tornou representante e assistente de diretoria, aprendendo rápido sobre o negócio e também outros idiomas.

Geralmente viajava com um de seus superiores para realizar contratos de serviços e produtos, visando o crescimento da empresa através de importação e exportação. Em uma reunião de diretoria foi implantada a ideia de começarem a produzir pratos prontos congelados, mas queriam sair do convencional (frango e carne moída). Dias antes, havia feito pesquisas diversas e uma destas era sobre caranguejos vermelhos. Entre uma ideia e outra que propunham, o vice diretor não se convencia até que ao lembrar da pesquisa, decidiu apostar em um palpite sutil atraindo a atenção daquele senhor com a seguinte frase: “Se queremos sair do convencional, podemos começar com frutos do mar, como por exemplo risoto de camarão ou espaguete com molho de carne de caranguejo vermelho, podendo ser refinado e simples ao mesmo tempo.” O vice diretor pensou sobre aquela ideia e a achou muito interessante e como ninguém mais se pronunciou ela foi mais audaciosa: “Pensando nos custos, poderíamos pesquisar em que localidades essa matéria prima seria mais viável, até mesmo para que quando chegar ao consumidor, o valor não exceda a sua expectativa.”

Definitivamente, não só conseguiu a atenção dele, como sua admiração e aprovação da ideia. Foi encarregada de fazer a pesquisa e os outros iriam auxilia-la. Não demorou muito, ela achou o exportador mais acessível (com valor mais em conta), mas não estava nada próximo pois ficava em uma ilha da Austrália e seria necessário uma viagem para pesquisa de campo e socialização com a empresa correspondente. Com uma questão de dias foram providenciadas as passagens para ela e seu supervisor, estava tudo em ordem, mas após um acidente doméstico (caiu da escada), o supervisor foi impedido de ir.

Como estava em cima da hora não conseguiriam substitui-lo e pensaram em adiar até que ele melhorasse, mas não queria perder aquela chance e se destacar ainda mais possibilitando uma promoção. Tomou a responsabilidade para si e os convenceu de que poderia ir sozinha. Com a autorização do vice diretor em comum acordo com a presidência, lhe dando todo o suporte necessário, ela seguiu viagem para a Austrália. Passou a noite em um hotel e de lá na manhã seguinte partiria em uma pequena embarcação exclusiva para sua viagem (alugado pela empresa) para Christmas Island. O trajeto demoraria uns três a quatro dias sem parada e ela já era aguardada pelo representante da empresa.

O céu estava limpo e não havia nem sinal de nuvens, o comandante tinha mais dois ajudantes e como de costume deram todas as recomendações a ela, a deixando tranquila em relação a estabilidade do clima (não havia previsão de tempestades para aqueles dias e chegariam no prazo combinado). Como não se controla a mão do destino, no segundo dia o céu foi ficando nublado e ventava muito, logo começou a chover. tentava manter a calma, os homens iam de um lado a outro tentando não assusta-la, mas as ondas empurravam a embarcação para o lado contrário tirando-os da rota. Um dos ajudantes lhe colocou um colete salva vidas e ela segurou suas coisas com toda força.

No meio da tormenta em um rompante do mar, foi arremessada bruscamente para fora da embarcação sem que os homens pudessem perceber sua ausência. Foi levada pelas fortes ondas com suas coisas desacordada pela pancada, por estar com o colete não afundou e só parou quando a corrente do mar amansou na praia de uma ilha no meio da noite.

Um rapaz caminhava ali pela areia, com uma calça rasgada, uma camisa bem velha e um vara na mão, pisou em uma pequena bolsa e ao pegar achou estranho o objeto, afinal para ele não era comum essas coisas naquele lugar, olhou em volta e avistou um corpo e outras coisas próximo a ele. O rapaz receou que houvesse mais alguém e demorou para se aproximar até que chegou até ela, a virou e vendo que ela deu uma leve piscada constatou que ainda estivesse viva, então a pegou nos braços e caminhou com ela alguns quilômetros o mais rápido que pode até uma velha construção inacabada (sua casa) escondida entre as arvores mais afastada da praia ao sul.

A colocou em uma cama improvisada e a cobriu com um cobertor velho, acendeu uma pilha de lenha em um buraco perto da parede com uma janela sem vidro, com água e um pedaço de pano limpou seu rosto e percebeu que saia sangue de sua boca. Como ela estava desmaiada não tinha como saber se ela estava sentindo dor e onde, então abriu sua boca e observou que faltava alguns dentes arrancados a força do lado esquerdo. Deduzindo que ela não conseguiria mastigar coisa alguma por um bom tempo, foi até uma mesa próxima e colocou umas ervas e folhas na boca e as mastigou, voltou para ela e como a mãe pássaro alimenta seus filhotes, passou o macerado de sua boca para a dela e mexeu seu maxilar para que ela engolisse. Sempre limpando o sangue que escorria e tentando deixa-la aquecida pois tinha febre, repetiu aquele procedimento por três dias até que ela acordou.

Abrindo os olhos devagar, primeiro viu apenas a sombra de um homem, se esforçando mais um pouco conseguiu ver com mais exatidão o rapaz de expressão séria e desconfiada vestindo trapos, ela sem entender que lugar era aquele começou a indagar.

— Quem é você? — sua boca estava inchada e mal conseguia pronunciar — Onde eu estou?
* Ele fazia sinais juntando a ponta dos dedos e apontando para si — (minha casa)
— Eu não estou te ouvindo, ai. — finalmente sentiu a dor do lado esquerdo do rosto e ao colocar a mão sentiu o inchaço — O que está acontecendo comigo, que lugar é esse? — ele repetiu o sinal, mas ela não fazia ideia do que fosse, realmente acreditava que não podia ouvi-lo e que poderia ser a água que entrou nos ouvidos.

Ele desistiu de explicar e vendo-a sentir a dor sabia que era hora do remédio e começou a mastigar as folhas indo na direção dela.

— O que está fazendo, não se aproxime, fique longe de mim.

As lágrimas escorriam em seu rosto, estava achando que ele a faria mal e conforme ele se sentou ao seu lado e chegou perto para lhe dar o macerado ela tentava o empurrar em vão pois a dor a deixava ainda mais fraca, sem opção ele a segurou firme e apertou sua boca sobre a dela lhe passando aquela mistura amarga. Assim que a soltou ao ver que ela iria cuspir colocou a mão sobre a boca dela a impedindo.
*Fez um sinal: colocou o dedo na garganta o arrastou para baixo e apontou para ela em sentido de ordem — (engole, agora).

Como não tinha escolha e estava com medo, assentiu e engoliu com muita dificuldade e então ele a soltou pegou um copo de barro com um liquido branco que parecia leite e a entregou gesticulando com a cabeça para que bebesse.

— Não, eu não quero mais nada — ele insistiu fazendo um ruído de braveza com a boca e então ela tomou o liquido sem gosto que limpou um pouco aquele gosto horrível do macerado, era ceiva de uma arvore. Sem mais, pegou o copo de volta e o colocou sobre a mesa, cobriu o resto das folhas com um pedaço de pano.
*Virou para ela e colocou a palma da mão do lado do rosto e apontou para a cama — (vá dormir) — e saiu para o outro cômodo.

estava aterrorizada com aquilo e como estava meio zonza por causa do macerado que já fazia efeito, recostou a cabeça na cama e antes de dormir ouvia o barulho das folhas sopradas pelo vento e as ondas do mar batendo nas pedras do lado de fora e então apagou.

O rapaz entendia muito pouco do que ela falava, como se estivessem em frequências diferentes, seria difícil a comunicação então resolveu ver os objetos que encontrou junto a ela na praia e que também levou para sua casa. Haviam roupas, um sapato e um estojo além da pequena bolsa, ao abri-lo encontrou um espelho e achou que ela iria gostar de ver aquelas coisas, juntou tudo e foi para o quarto assim que a viu dormindo colocou as coisas ao seu lado na cama, a observou uns minutos tentando entender como e o porquê dela estar ali e então saiu para pegar cocos.

Enquanto isso, em Christmas Island, a embarcação chegava e o representante da empresa foi busca-la. O capitão totalmente atordoado deu a notícia sobre o acidente, só perceberam que ela não estava lá (no convés como imaginavam), quando foram chama-la na manhã seguinte ao temporal. Imediatamente, a empresa em que trabalhava foi informada e começaram as buscas pelo seu corpo, pois já não acreditavam que estaria viva após dias no mar.

“A estrada é muito e a água era profunda
Meus pés estão congelados e houve luz além do oceano.”
– Islands / Super Junior

 


Capítulo 2

 

Assim que acordou e viu suas coisas ficou mais aliviada, mas o alívio logo passou quando se viu no espelho, simplesmente se achou deformada, inchada e roxa, os três dentes que faltavam lhe deram vontade ainda maior de chorar e para completar a dor estava voltando. Era tardinha e o rapaz acabava de voltar com bananas e cocos, quando ele entrou no quarto ela se encolheu toda agarrada a suas coisas, olhando para sua cara de dor, o rapaz foi para o ritual. Ao vê-lo colocar as ervas na boca, ela concluiu que ele novamente a daria aquela coisa e tentou persuadi-lo.

— Eu não preciso mais disso, eu já estou bem, eu preciso ir estão me esperando, é importante. — ele nem dava bola, foi mastigando para perto dela e já segurando em seu pescoço com cuidado — Não, por favor não. — passou o macerado para ela e ficou olhando até que engolisse, tossiu um pouco pois realmente era amargo e não sabia como ele conseguia colocar aquilo na boca e não expressar nenhuma reação, provavelmente já estava acostumado com aquele gosto. Ele pegou o copo com a seiva e deu para ela tomar, saiu voltando rapidamente furando um coco e também a deu.
*Apontou para o espelho, depois para a bochecha dela, apontou dois dedos para os olhos em movimento de visão e por fim com a mão esquerda uma forma de interrogação — (você se viu?)
— O espelho? — ela não entendia os gestos, mas pegou o espelho e mostrou a ele que assentiu — É são minhas coisas, onde você achou?
*Apontou para ela, depois para fora, passou cada dedo no dedão e abriu a mão — (com você, na praia).
— Você não fala, não sabe falar, eu não entendo estes movimentos. — ele não fez nenhum sinal e ia saindo — Não espera, eu só…

Ele saiu e ela sem opção, tomou a água de coco, deitou abraçada a suas coisas e dormiu de novo. Na manhã seguinte, ela o chamou e como não o viu pegou suas coisas e saiu sem rumo da casa. O rapaz voltou para a casa um tempo depois com dois peixes, deixando-os no primeiro cômodo sentiu falta de uma lança que deixava escorada na porta e foi para o quarto já pensando no que poderia ter acontecido, não a vendo lá sua expressão foi de raiva, pois teria que ir procura-la e a ilha não era nada pequena. Como já estava acostumado com a paisagem sabia que com certeza acharia alguma coisa diferente que a denunciaria e foi exatamente o que aconteceu.

Ela já estava sentindo dores e com o calor de seu corpo e o esforço sua boca voltou a sangrar, ele encontrou as pegadas e algumas gotas de sangue e soube exatamente a direção onde ela estava indo. estava cansada e a dor ia se intensificando, perdida naquele lugar onde todas as direções eram iguais, se abaixou um pouco para respirar e assim que se levantou tomou um susto ao vê-lo escorado em uma árvore e de cara fechada.

— Não se aproxime ou eu acerto você. — ela apontava a lança para ele em posição de ataque — Eu vou sair daqui e você não vai me impedir.
*Ele apontou para ela e cruzou as mãos apontando os indicadores em diferentes direções encolhendo os ombros mostrando desentendimento — (e para onde você vai?)
— Por favor me deixa em paz. — mesmo diante da ameaça dela, ele caminhou até ela pegou a ponta da lança e a colocou rente a seu peito a desafiando — Você é louco quer que eu te acerte? — ele continuou a atiçando com os olhos, assustada ela soltou a lança — Eu faço o que você quiser, só não me machuca. — ela ainda não tinha entendido que ele estava tentando ajuda-la, então ele jogou a lança no chão a olhando sério.
*Ele apontou para si, abraçou o próprio corpo e apontou para ela — (eu protejo/ajudo você) — pôs o dedo no lábio inferior e apontou para ela novamente — (te dou remédio).
— Olha eu não quero mais tomar aquilo, não aguento mais (era tão ruim que o fato dele lhe dar direto de sua boca era relevante).
*Apontou para ela e bateu uma das mãos com o punho fechado na palma da outra — (você precisa) — apontou em direção a casa enfatizando com o olhar — (para casa, agora).

mesmo com dificuldade entendeu o que queria dizer aquele sinal de ordem e como não estava se aguentando em pé, não conhecia o lugar, não tinha mais para onde ir e nem sequer sabia se havia outras pessoas por ali, decidiu por bem obedecer, na verdade era a única opção.

Tinha feito uma trouxa com uma blusa, a pegou e foi andando devagar, ele sabia que a dor estava insuportável e naquele ritmo não chegariam nunca, então assim que ela chegou perto dele, ele a pegou no colo, mesmo contra sua vontade e a levou de volta para casa. Colocou ela na cama e já foi mastigando as folhas e lhe dando, desta vez não reclamou, já que tinha que passar por tal situação, beijos involuntários e de péssimo sabor, e estava longe de sair dela, queria saber mais sobre aquele tipo.

— Você tem mesmo que fazer isso, quero dizer não pode amassar em outro lugar e me dar? — disse com nojo e ele balançou a cabeça negativamente dando a ela o copo com a seiva branca. — E por que não?
*Passou uma mão na outra duas vezes — (está sujo).
— Eu não sei o que significa isso. — o olhando sem jeito — Você não pode mesmo falar?
*Com a pergunta dela, ele se sentiu triste, passou as costas da mão na garganta de baixo para cima e balançou o dedo indicador — (não sai o som)
— Então, você não consegue, é isso?
*Ele afirmou com a cabeça.

Vendo a necessidade de explicar a ela as coisas, começou a gesticular mais devagar e tentando mostrar o que queria dizer. Fez novamente o gesto de sujeira e como só andava descalço mostrou a ela a sola do pé.

— O que tem o seu pé — ele repetiu o sinal e apontou para o que tinha na sola até que ela entendeu o que era. — Está sujo, é isso?
*Ele afirmou, mais empolgado e decidiu tentar outra coisa então lhe mostrou as folhas e ervas que mastigava, colocou o indicador no lábio inferior e apontou para ela.
— É eu sei você fica me dando essa coisa horrível.
*Ele balançou a cabeça, apontou para ela e começou a encenar dor, apontou para as folhas fazendo o sinal, apontou novamente para ela, e encenou alívio, depois deu dois toques com o dedo na cabeça — (entendeu?).
— Espera, acho que eu entendi, eu estou com dor, você me dá isso e eu melhoro, então isso — colocou o dedo no lábio inferior — quer dizer remédio? — ele confirmou novamente — Está bem, e esse último sinal que você fez?
*Ele apontou para ela, deu dois toques na cabeça, apontou para as folhas fazendo o sinal do remédio.
— É eu já entendi que as folhas são o remédio. — novamente ele deus os toques na cabeça — eu já disse que eu entendi — ele confirmou e finalmente associou a palavra ao gesto e o repetiu dizendo — Eu entendi. — ele confirmou e sorriu satisfeito, ela também lhe deu um sorriso o deixando encabulado.
*Vendo que ela já estava sonolenta, colocou a palma da mão sobre o rosto e apontou para a cama.
— Acho que essa eu já sei, devo dormir, acertei? — ele confirmou e antes que saísse — Você tem nome, ou algo parecido?
*Ele confirmou novamente, desta vez mexeu os lábios para tentar lhe dizer, mas como não saia nenhum som ficava frustrado.
— Você não tem um sinal para mostrar?

Ele balançou a cabeça que não, então como se estivesse se lembrando de algo, fez sinal com a mão para que ela esperasse e foi até o outro cômodo, tirou uma pedra da parede e do buraco uma foto bem antiga de uma mulher e uma criança e levou para ela.

— Quem são?
*Ele girou o dedo para que ela olhasse atrás, e então ela leu uma mensagem.
— “Para a mamãe com muito amor e carinho.
            De seu marido Ji-hun e seu filho .
*Ele apontou para si ao ouvir seu nome e fez sinal baixando a mão indicando o menor — (a criança na foto).
— Esse é seu nome ?
*Ele confirmou e apontou para ela fazendo interrogação querendo saber o dela.
— O meu nome? — ele confirmou — É . — disse devagar para que ele entendesse, como era órfã, não gostava do sobrenome que a deram então, não o pronunciava por não fazer parte de nenhuma família correspondente.
*Ele mexeu os lábios imitando a pronúncia, bateu palmas três vezes apontando para ela e depois para o ouvido, como não conseguiria chama-la da forma convencional ela o ouviria assim.
— Acho que não tem problema se me chamar assim, . — ela disse mais confiante, devolveu a foto para ele e deitou a cabeça na cama fechando os olhos rapidamente.

Ele sorriu a olhando e então saiu e ficou sentado do lado de fora olhando e beijando a foto de sua mãe. Como fazia os mesmos movimentos com os lábios que sua mãe, com o tempo e prestando muita atenção já conseguia entende-la.

“O tempo flui, mesmo em dias que não são calmas,
Você estava comigo durante todo o meu tempo.”
– Islands / Super Junior

 

~ To be Continued... ~


N/A: Annyeonghaseyo... Sou a Pri, espero que gostem... Mais uma fic minha!!! *-*

N/B: Hello, aqui é a beta, só um pedido, gostou da fic, comenta... Vamos incentivar a autora a escrever mais capítulos maravilhosos!!
Unnie, amo suas fics!!! Qualquer erro na betagem me avisem no email - By: Pâms *-*


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